Quando o Amor Estiver Por um Fio?
O grande desafio na vida de muitos casais e justamente ate que ponto conseguirão no decorrer dos anos quebrarem as rotinas, ou seja os altos e baixos que interferem nos relacionamentos. Para a maioria das pessoas trocar o cônjuge por outro, parece ser a melhor opção uma vez que as possibilidades de se entenderem tornam-se remotas e escassas. O fato e, que trocar de mulher ou de marido, nunca foi e nunca será uma boa opção, visto que com o tempo os mesmos ou outros problemas maiores, darão margens para desentendimentos.
O que fazer então quando o amor estiver dando sinais de esfriamento, colocando em risco a união e o amor do casal?
1.Enfrentar os problemas, de frente, sem rodeios.
Eu particularmente não conheço nenhum casal que não tivesse problemas de relacionamentos. Fatalmente os desentendimentos afetarão mais dias ou menos dias a vida do casal em proporções menores ou maiores dependendo da situação. Fugir do problema ou deixar sempre para depois, como que ignorando o mesmo, pode aumentar o sentimento de impossibilidade de solução. Por isso enfrentar de frente, olho no olho e necessário. Conversar sobre os motivos que os levaram ao desgaste emocional parece ser por demais evidente e apropriado para cada tipo de conflito.
2.Entender a diferença que existe entre emoções e decisões pode servir de ajuda.
Existem relacionamentos que infelizmente estão alicerçados no emocionalismo. Todas as ações pertinentes, individuais ou coletivas são baseadas somente no estado emocional. E sabemos que não podemos e nem devemos confiar em nossas emoções, porque as mesmas deixam a desejar. Quer ver alguns exemplos: Você lembra da sua época de namoro no tocante ao tempo que vocês gastavam juntos. De fato a prioridade era ficar juntos se curtindo não e mesmo? O que aconteceu depois do casamento, aquele frenesi ainda permanece? Os beijos apaixonados ainda estão em evidencia ou simplesmente com o tempo foram diminuindo ate chegar quem sabe as bitocas ou nem isso. E com relação a pratica do sexo? No inicio do casamento era todo dia, depois 5 vezes por semana, depois 3, 2, 1 vez por semana. E hoje você nem se lembra quando foi a ultima vez?
Mas afinal, o que gera esta disparidade, que muitas vezes nem paramos pra refletir? A parte emocional que todo ser humano tem e que esta em evidencia, as emoções, precisam ser acompanhadas de boas decisões, de boas escolhas. São boas escolhas que geram boas emoções, e não vice-versa. De fato você deve começar o seu dia trabalhando a sua mente na direção destas escolhas. O seu relacionamento conjugal vai melhorar, quando você entender que parte do sucesso do mesmo, esta em como administrar suas emoções em função de boas escolhas. Em outras palavras, a cada dia você escolhe amar sua esposa, seu marido e quando você faz isto confiando em Deus, o emocional estará agindo a favor de vocês e o amor aquecerá novamente se ele estiver a desejar.
Para o homem:
Veja bem. Você pode escolher:
Amar a sua esposa cada dia, dizendo-lhe com sinceridade frases de efeito do tipo: Eu amo você querida Você e especial para mim
- Não criticar nenhuma parte do seu corpo e nem ressaltar a sua idade.
- Ajudá-la sempre que puder nos serviços de casa -Ajudá-la com os filhos: Levando-os a escola; Examinando tarefas; Levando para passear, etc. - Não anti-patizá-la com comparações em relação a outras mulheres - Mandar-lhe esporadicamente flores com declarações amorosas - Respeitar os seus momentos tediosos, principalmente em períodos de menstruação, onde a mulher fica mais nervosa. - Em todo e qualquer lugar ter olhos sempre para ela. - Não interferir quando a sua esposa estiver disciplinando ou chamando atenção dos filhos - Na pratica de relações sexuais ser carinhoso e compreensível para não machucá-la. - Elogiá-la todos os dias - Evitar de levantar a voz e tratar os problemas sem agressões verbais e muito menos físicas. - Nunca mentir. Falar somente a verdade. - Pedir perdão todas as vezes que errar contra ela. - Respeitar a sua individualidade. - Não bancar o marido ciumento, criando situações constrangedoras no relacionamento. - Arranjar tempo de qualidade para saírem juntos. - Orar por ela e com ela todos os dias. Para a mulher :Veja bem. Você pode escolher:
- Respeitar as decisões de seu marido, mesmo que alguns delas não sejam lá muito boas.
- Deixar de criticar ou falar mal dele com a sua família, vizinhos ou amigos. - Bons momentos para praticar o sexo, sem pressa, e sem cobranças quando ele a procura. - Ter como meta permanente, viver dentro do orçamento da família. - Estar do lado dele, nos momentos difíceis da vida. Não interferir quando o seu marido estiver disciplinando ou chamando atenção dos filhos - Não se opor as suas cariciais românticas, antes, durante e depois dos momentos de relação sexual. - Evitar de levantar a voz. Tratar os problemas sem agressões verbais e muito menos físicas. - Nunca mentir. Falar sempre a verdade. - Pedir perdão todas as vezes que errar contra ele. - Evitar de ser uma mulher ciumenta. - Arranjar tempo de qualidade para saírem juntos. - Escolher os melhores momentos para apresentar os problemas caseiros. - Respeitá-lo na sua individualidade - Orar por ele e com ele todos os dias.
Quando ambos procurarem fazer boas escolhas, com certeza as emoções entrarão em cena para tornar o casamento cada vez mais forte, saudável e duradouro.
Lembre-se: Boas decisões, boas escolhas diárias, boas emoções que solidificam o casamento.
Autor: Pr. Nelson R. Gouvêa
|
Este blog é uma ferramenta de informação para mulheres que querem ser e fazer a diferença nesta geração. acesse também: sexualidadesanta.blogspot.com/ ASSISTA MENOS TV LEIA MAIS OUÇA A BÍBLIA EM MP3 Mateus 28:19 Portanto ide, fazei discípulos...Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado, E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim". Mateus 24:14
quinta-feira, 17 de maio de 2012
VOLTANDO AO PRIMEIRO AMOR DO CASAMENTO
domingo, 13 de maio de 2012
BEBES DESPEDAÇADOS POR ASPIRADOR EM ABORTO LEGALIZADO NO BRASIL
Médicos brasileiros: bebês em gestação deficientes serão despedaçados com aspirador
25.04.2012 – Depois de uma decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil determinando que bebês que sofrem do defeito de nascença conhecido como anencefalia não são “legalmente” vivos e, portanto, podem ser abortados com total liberdade, médicos brasileiros estão explicando para os meios de comunicação como tais bebês realmente serão mortos sob o novo regime legal.
De acordo com os médicos, se esses métodos são inadequados em abortos de gravidez mais avançada, o método de dilatação e evacuação seria exigido, envolvendo uma pinça que é usada para despedaçar o corpo maior do bebê. O Dr. Vital disse paraVeja que abortos em crianças anencefálicas poderiam ser realizados até o nono mês de gravidez.
Numa recente entrevista para Veja, a revista noticiosa mais popular do Brasil, o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. Carlos Vital, explicou que os médicos terão duas escolhas: “curetagem” ou “aspiração”.
Abortos de bebês anencefálicos serão realizados no segundo ou terceiro trimestre.
Um aborto de curetagem usa uma faca especial para cortar a criança em pedaços, e então raspar seu corpo e placenta da parede uterina. Um aborto de aspiração usa forte sucção para despedaçar a criança, e de modo semelhante a separa de sua mãe.
![]() |
| Aborto por curetagem |
De acordo com os médicos, se esses métodos são inadequados em abortos de gravidez mais avançada, o método de dilatação e evacuação seria exigido, envolvendo uma pinça que é usada para despedaçar o corpo maior do bebê. O Dr. Vital disse paraVeja que abortos em crianças anencefálicas poderiam ser realizados até o nono mês de gravidez.
O Dr. Vital acrescentou que tais abortos exigirão um comitê de médicos para apurar os “critérios adequados para diagnóstico” de anencefalia, um problema físico cuja definição exata não tem o consenso dos médicos.
Os bebês anencefálicos não desenvolvem a parte superior da cabeça, inclusive o crânio e a parte de superior do cérebro. A maioria morre no útero ou logo após o nascimento, embora alguns tenham vivido alguns dias, meses e até anos com o problema.
Ainda que os profissionais médicos muitas vezes afirmem que tais crianças não estão conscientes de seu ambiente e sejam incapazes de sofrer, pais de bebês anencefálicos relatam que seus filhos mostram sinais de consciência e parecem reagir de modo muito específico a seu ambiente. Alguns médicos utilizam a teoria de que o tronco cerebral de tais bebês tem a capacidade de se adaptar às necessidades de consciência rudimentar, um fenômeno conhecido como “neuroplasticidade”.
Nos Estados Unidos, um número aproximado de 95 por cento dos bebês anencefálicos são mortos dentro do útero de suas mães.
Numa declaração pública sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal, o ativista pró-vida brasileiro Pe. Luis Lodi da Cruz chamou o veredicto de “monstruoso” e comentou que, de acordo com o ministro do STF que presidiu o caso, o aborto de uma criança anencefálica “É um procedimento semelhante à remoção de um cadáver”.
“Paradoxalmente, Marco Aurélio admite que o anencéfalo morre depois de um período pequeno de tempo. Ora, como ele pode morrer se já está morto?” perguntou o Pe. Lodi.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Brazilian doctors: disabled unborn babies will either be cut to pieces or torn apart with aspirator
Fonte: www.juliosevero.com
domingo, 29 de abril de 2012
PAIS QUE TEM MAIS FILHOS VIVEM MAIS DIZ PESQUISA
Kathleen
Gilbert
Mas o professor adjunto Leon Simmons dissuadiu os casais de terem
mais filhos com base nos resultados, dizendo que famílias grandes são ruins para
o meio-ambiente.
SYDNEY, Austrália, 13 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Mulheres podem
esperar viver mais com cada filho que têm, um padrão que dá para se notar
especialmente naquelas que têm muitos filhos, de acordo com pesquisadores
australianos, que apesar disso disseram que as mulheres não deveriam ter muitos
filhos porque famílias grandes são ruim para o meio-ambiente.
Reportagem
de sexta-feira do jornal Sydney Morning
Herald apresentou os resultados de um estudo feito por pesquisadores da
Universidade de New South Wales, o qual analisou 1.200 mulheres com mais de 60
anos de idade desde 1988.
O estudo revelou que mulheres com seis ou mais filhos tiveram 40 por
cento menos probabilidade de morrer durante o período de acompanhamento de 16
anos do que as mulheres que não tinham filhos, uma expectativa que aumentava
previsivelmente com cada bebê que tinham. Os pesquisadores disseram que, embora
não se soubesse exatamente por que os bebês aumentam a expectativa de vida, os
resultados correspondem às descobertas de estudos em outros países
também.
![]() |
| A família Duggar é possivelmente a maior família dos EUA |
“Não estou defendendo que você tenha seis ou 14 filhos, mas realmente
parece que ter mais filhos é bom para a sobrevivência”, disse ele.
MAURO MUNIZ- Eu nao sou cientista nem medico mas conheço a palavra de Deus que nos diz que filhos são bençaos do senhor e as bençaos do Senhor nos enrriquecem e nao nos acrescenta dores ou seja acrescenta- nos saúde para criarmos nossos filhos Deus disse crecei e multiplicai pais com um filho nao tem tantos motivos para lutar pela vida qunto um pai de varios filhos cada criança ocupa um espaço na mente dos pais entao minha tese é temos mil motivos para nao desistir de lutar contra enfermidades do nosso corpo e as celulas nao terao tempo nem direito e nem motivos de ficarem doentes! pois se um filho causa dor outro causa alegria.
O estudo também revelou que homens com mais filhos tinham menos
probabilidade de morrer mais cedo, embora a ligação não seja tão clara quanto é
com as mulheres.
Em décadas recentes, cientistas têm elucidado as propriedades de cura
da gravidez, principalmente o microquimerismo de células fetais, um fenômeno que
já foi revelado que fornece exclusivos benefícios de saúde para uma mãe graças a
seu bebê em gestação.
Num livro sobre ciência da gravidez lançado no ano passado, a
escritora científica Jena Pinctott descreveu como as células fetais penetram o
corpo da mãe, inclusive células-tronco que migram para as feridas da mãe para
estimular cura, num mecanismo que fortemente indica que as próprias células de
um bebê “consertam e rejuvenescem as mães”. Acredita-se que as células jovens
permaneçam com a mãe pelo resto de sua vida.
Por exemplo, as células fetais de um bebê aparecem de modo
significativo mais vezes nos seios saudáveis da mãe e menos vezes numa mulher
que tem câncer de mama, de acordo com os números citados por
Pinkott.
Numa entrevista de 2006, o especialista em genética Dr. Kirby Johnson
do Centro Médico Tufts de Boston recordou uma mulher com um fígado adoecido,
cuja biopsia revelou “coberturas de células” dos bebês de suas cinco gravidezes
— duas delas terminadas em aborto propositado — que haviam se congregado perto
das áreas machucadas do fígado.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Women
with more kids live longer:
sábado, 7 de abril de 2012
PASCOA É RESSURREIÇÃO
Páscoa! Estamos na festa da Páscoa. A maior festa dos cristãos. Hoje celebramos a vida que venceu a morte: Cristo ressuscitou! A morte não tem mais poder sobre ele. Juntos com as mulheres e os apóstolos, vamos ao túmulo vazio e nos tornamos testemunhas da ressurreição e da vida em plenitude.I LEITURA: At 10, 34.37-43: A fé em Cristo ressuscitado gera o testemunho.
O capítulo 10 de Atos apresenta um passo importante para a Igreja: o contato com os gentios. Pedro entende que: Deus não faz distinção de pessoas; o novo povo de Deus não está ligado a uma raça ou nação; o critério para ser povo de Deus é temê-lo e praticar a justiça (v. 34). O fundamento disso está na ação de Jesus de Nazaré, ao qual Deus ungiu com o Espírito Santo e com poder. A ação de Jesus é sintetizada nas seguintes palavras: “Ele andou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os que estavam dominados pelo demônio” (v. 38).
Evangelho (Jo 20,1-9): O amor gera a fé
Com quais disposições o cristão deve encarar o túmulo vazio do domingo da Páscoa? Serão ainda necessários “sinais” que suscitem a fé em Jesus? O único sinal proposto é o tumulo vazio.
A cena inicia com uma indicação de tempo: “No primeiro dia da semana”. Nesse primeiro dia da semana (domingo), iniciou-se a nova criação nascida da morte e ressurreição de Jesus.
Maria Madalena é figura simbólica. Representa a comunidade que persevera mesmo não entendendo o que está acontecendo. Ela pensa que o túmulo seja o lugar do fracasso do projeto de Deus. No v. 2 ela fala na primeira pessoa do plural (“não sabemos”), mostrando que todos os discípulos pensam do mesmo jeito. Já é de madrugada (nasceu o novo dia), mas para ela ainda é trevas. As trevas representam o “mundo”, a negação da vida, que não aderiu a Jesus (1,5; 3,19; 6,17; 12,35). Diante da pedra rolada ela pensa em roubo de cadáver. Para ela, a morte havia interrompido a vida, para sempre. E o relato que faz aos dois discípulos o confirma: “Tiraram o Senhor do túmulo e não sabemos onde o colocaram” (v. 2b).
Também os dois discípulos representam à comunidade que não assimilou a morte de Jesus. O evangelista dá a entender que a comunidade tinha se dispersado (cf. 16,32). Por isso Maria Madalena encontra os dois a sós. A intenção de João é bem clara: a comunidade não subsiste sem a vivência da fé em Cristo ressuscitado.
Os dois discípulos são Simão Pedro e “aquele que Jesus amava”. Eles saem correndo em direção ao túmulo. É uma verdadeira maratona. Quem corre mais? Quem chega em primeiro lugar? Certamente não é quem está em melhores condições físicas, e sim aquele que tem as autênticas disposições em correr. Em outros termos, quem ama corre mais e chega primeiro. De fato, o “outro discípulo” não traz nome, mas um apelido: “aquele que Jesus amava” (v. 2). Foi esse discípulo quem esteve perto de Jesus por ocasião do julgamento e da morte. Com isso, João mostra quais são as disposições do cristão em relação à morte de Jesus.
II leitura (Cl 3,1-4): Viver a ressurreição entre o já e o ainda não
O Apóstolo move os cristãos a serem coerentes com o nome que trazem (3,1-4,1), pelo batismo. Paulo contrapõe as coisas do alto às coisas da terra para alertar o cristão não avisado do perigo que pode correr, levando uma vida ambígua que não manifeste o Cristo ressuscitado. O cristão já participa da vida de Cristo, mas o que ele deve fazer concretamente ainda não é claro e exige discernimento constante, até que Cristo, pela prática dos cristãos, se manifeste definitivamente, levando as pessoas à plena comunhão com ele.
Para Refletir
- Preciso de sinais para crer no Senhor ressuscitado?
- Tenho coragem de anunciar que Jesus está vivo?
- Sinto a presença de Jesus, vivo e verdadeiro, em minha vida?
DEZ MANEIRAS DE DESTRUIR O CASAMENTO
Como um casal através do abuso do poder pode destruir o casamento.
Pr. Josué Gonçalves
Solicitar e exigir o centro das atenções.
Um cônjuge pode tender a monopolizar a relação, pedir atenção, exibir suas realizações e deixar os outros esperando a fim de manter um senso de controle. A pessoa que busca o controle irá exigir constantemente aprovação. Para isso, o ponto central da discussão deve ser sempre ela.
Manipular, mandar e castigar.
A manipulação através da repreensão, desprezo, críticas, acusações e regularizações que destrói o vínculo conjugal. A vantagem é do atacante, e eles logo aprendem que é importante atacar primeiro. Como resultado, o que toma a iniciativa acusa o outro de ser o responsável pelo que considera um erro. Este tipo de poder conjugal coloca o parceiro numa posição defensiva e o torna vulnerável à manipulação do atacante.
Negar intimidade.
O cônjuge que deseja o poder muitas vezes irá criar e manter a distância do parceiro. O medo de perder o “controle” não permite intimidade. Esse tipo de abuso pode levar o parceiro ignorado a procurar calor, aceitação e amizade em outros lugares.
Apenas receber
“O que eu ganho com isso?”, é a pergunta na mente desse cônjuge. Algumas vezes o “recebedor” fará uso do charme, inteligência persuasão, desaprovação ou desprazer para conseguir o que quer dos outros. A tendência de usar o cônjuge com fins egoístas, não colaborando e tentando manipulá-lo, pode destruir a auto-estima da pessoa que está sendo vítima deste abuso.
Se um cônjuge precisa sempre receber, o outro tem de se mostrar sempre liberal.
Buscando o controle – o(a) controlador(a).
Os que temem que a vida possa controlá-los, no geral viram a mesa a fim de certificar-se de que controlam os outros. O “controlador” se torna mestre em ocultar do cônjuge os seus sentimentos, intelectualizando as situações, a fim de evitar mostrar emoção. Este cônjuge priva o relacionamento da espontaneidade, no esforço de manter sua imagem de parceiro que mantém o controle.
Apresentando uma imagem de retidão – o cônjuge fariseu.
Infelizmente, muitos cônjuges pensam que sua bondade lhes trará realização, alegria, paz e felicidade na relação conjugal. Esta é a razão de se sentirem compelidos a apontar as fraquezas de outros. A briga neste tipo de relacionamento é caracterizada por um egoísmo que considera apenas os seus sentimentos e opiniões pessoais. O parceiro então desanima. Em razão de nunca ser suficientemente bom, o cônjuge abusado começa a assumir o papel de “mau” no relacionamento.
Mostrar-se superior.
A prioridade aqui é ser melhor que os outros. Esta atitude, lamentavelmente, se reflete com mais freqüência nos cristãos. Na realidade, o cônjuge “superior” muitas vezes se sente inadequado ou não se acha a altura do parceiro. O abusador, então, compensa o seu sentimento esforçando-se para ser mais competente, eficiente, reconhecido e útil ao outro.
O parceiro oprimido, em conseqüência, se fecha no que diz respeito a correr riscos e compartilhar no casamento, temendo que suas palavras sejam interpretadas de maneira diferente da pretendida. Torna-se submisso, controlado, manipulado e cauteloso, procurando a todo custo evitar ferir a sensibilidade do cônjuge “superior”.
Buscando vingança.
Quando o cônjuge se sente desarmado e traído, sem esperança de vir a ser aceito, quase sempre busca vingar-se. O parceiro desanimado pode começar a ferir seu cônjuge verbalmente ou fisicamente, a fim de ficar quites.
Acredite, algumas pessoas mantém registros em sua mente sobre relacionamento conjugal. A vingança se torna, portanto, uma obsessão, deixando o outro cônjuge numa posição decididamente desvantajosa.
Esperando demais.
Quando as coisas não vão bem no casamento, a ameaça de rejeição pode provocar desânimo no cônjuge vitimado. Esta tática de poder, espera continuamente que o parceiro seja “mais e mais” e faça “mais e mais” para manter feliz o dominador. O parceiro mais fraco começa a compreender que, por mais que se esforce, jamais alcançará os padrões estabelecidos pelo “mais forte”. Expectativas irreais pode intimidá-lo a ponto de fazê-los sentir incapaz de vir a ser aceito um dia.
Reter afirmação e conhecimento.
Quando deixamos de reconhecer o progresso e de apoiar a quem mais amamos, privamos o nosso parceiro da motivação que necessita para manter-se no caminho da excelência. Pegar na mão do cônjuge ou dar-lhe um abraço amável e amoroso irá operar maravilhas e ajudá-lo a melhorar cada vez mais. A espontaneidade de um beijo no rosto ou de um abraço apaixonado pode produzir o melhor dos efeitos e afirmar mais do que podemos imaginar em nosso casamento.
1 Bibliografia: Richard W. Dortck - Orgulho fatal – Editora CPAD
A OBRIGAÇÃO E SIGNIFICADOS DOS VOTOS CONJUGAIS

As cinco características dos votos conjugais
Pr. Josué Gonçalves
1. Uma decisão voluntária. Você tinha a opção de permanecer solteiro (a). Mesmo que a escolha tenha sido feita na base da pressão ou como válvula de escape de alguma situação, você é responsável pela decisão que tomou. Todos nós tínhamos a opção de escolher outra (o). Deus deu ao homem o direito de decidir. Lembre-se que ter um (a) sócio (a) implica em dependência, compromisso e prestação de contas. Nenhuma sociedade se firma sem estes princípios básicos.
2. Uma proclamação pública. O que se diz diante de muitas testemunhas revela a seriedade dos votos que fizemos no dia do casamento. Duas pessoas conscientes da grandeza deste ato jamais o farão com leviandade.
3. Uma promessa incondicional. O que foi prometido deve ser cumprido até que a morte os separe. Segundo o que foi projetado por Deus, casamento não é um relacionamento descartável, é um compromisso que deve durar a vida inteira. Quando Dietrich Bonhoeffer estava encerrado na prisão nazista, escreveu um sermão para um casamento de uma sobrinha. Disse ele: "O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro. Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês veem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para a sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês veem apenas o 'sétimo céu' da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence apenas a vocês, é um símbolo social, uma função de responsabilidade".
4. Um propósito sério. (Ec 5.5; Mt 19.6) Pessoas sérias cumprem suas promessas e votos. A falta de seriedade pode ser uma questão de caráter. Para enriquecer o casamento é necessário compromisso perseverante e fé determinada - algo que talvez alguns casais jamais puderam observar nos lares de suas respectivas infâncias.
5. Votos que obrigam. (Mt 5.37) Ninguém é obrigado a votar, porém, depois que o fizeram, são obrigados a cumprir esses votos
terça-feira, 3 de abril de 2012
O CONSELHO FEDERAL DE PISCOLOGIA PERSEGUE OS PISCOLOGOS CRISTÃOS MAS NÃO OS PISCOLOGOS ESPIRITAS
MARISA LOBO - FALA DO PROCESSO ÉTICO - CFP- PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA , PRECONCEITO
DAMARES, CASSIANE E OUTROS CANTORES PROFISSIONAIS RECEBERAM TROFEU DA ONO. Muito estranho os cristãos receberem elogios dos satanistas que perseguem os verdadeiros profissionais que trabalham para resgatar almas das mãos do diabo.Nos cristãos temos que premiar estes proficionais como a piscologa Marisa Lobo,Silas Malafaia e outros menos conhecidos e reconhecidos.
A psicóloga Marisa Lobo publicou um vídeo no Youtube demonstrando sua indignação com o processo disciplinar instaurado pelo Conselho Federal de Psicologia contra ela, que poderá culminar com a cassação de seu direito à exercer a profissão.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Marisa Lobo foi notificada sobre a instauração do processo no último dia 20/03, por ter se negado a retirar de suas páginas na internet as menções que faz em relação à sua fé. Essa recomendação tinha sido passada a ela pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, estado onde ela atua.
Para Lobo, trata-se de perseguição religiosa: “A questão é cadê a prova que uso religião no meu consultório? É perseguição!”, afirmou. Pesa contra ela no processo disciplinar a acusação de que ela teria usado seu consultório para difundir sua fé. Marisa Lobo nega, veementemente: “É mentira”, e rebate, afirmando que existem psicólogos que aplicam princípios espíritas em consultas: “há mais de 30 anos existem práticas espíritas inseridas no tratamento psicológico, como o trabalho de regressão”.
Demonstrando determinação, ela pede oração para que não seja derrotada durante o processo, pois, segundo ela, se isso acontecer, será o princípio da exclusão dos cristãos em todas as profissões: “O que eles querem é isso: que nós sejamos uma raça inculta, de gente ignorante”.
Confira o pronunciamento da psicóloga Marisa Lobo no vídeo abaixo:
A psicóloga Marisa Lobo publicou um vídeo no Youtube demonstrando sua indignação com o processo disciplinar instaurado pelo Conselho Federal de Psicologia contra ela, que poderá culminar com a cassação de seu direito à exercer a profissão.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel
Marisa Lobo foi notificada sobre a instauração do processo no último dia 20/03, por ter se negado a retirar de suas páginas na internet as menções que faz em relação à sua fé. Essa recomendação tinha sido passada a ela pelo Conselho Regional de Psicologia do Paraná, estado onde ela atua.
Para Lobo, trata-se de perseguição religiosa: “A questão é cadê a prova que uso religião no meu consultório? É perseguição!”, afirmou. Pesa contra ela no processo disciplinar a acusação de que ela teria usado seu consultório para difundir sua fé. Marisa Lobo nega, veementemente: “É mentira”, e rebate, afirmando que existem psicólogos que aplicam princípios espíritas em consultas: “há mais de 30 anos existem práticas espíritas inseridas no tratamento psicológico, como o trabalho de regressão”.
Demonstrando determinação, ela pede oração para que não seja derrotada durante o processo, pois, segundo ela, se isso acontecer, será o princípio da exclusão dos cristãos em todas as profissões: “O que eles querem é isso: que nós sejamos uma raça inculta, de gente ignorante”.
Confira o pronunciamento da psicóloga Marisa Lobo no vídeo abaixo:
Assinar:
Postagens (Atom)

