domingo, 16 de junho de 2013

10 MOTIVOS PARA SE CASAR

10 motivos para se casar
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1) Amor:
Se você ama alguém que você não gostaria de perdê-la. Você também gostaria decompartilhar sua vida com a pessoa que você ama. Com o casamento que você está tomando um compromisso de tempo de vida e responsabilidade de estar lá para o seu parceiro.
2) Aceitação social:
Casando-se você está dando a sua aceitação em relação a sociedade. O casamento é omomento do compromisso -coisa que muita gente é incapaz de fazer. Os votos na frente de nossos amigos e familiares, que estão proclamando a escolha do parceiro para o resto de sua vida, são uma experiência fundamental na vida do ser humano.
3) Parceria:
O casamento é sobre a parceria e companheirismo, onde você pode compartilhar as responsabilidades e confiar na outra pessoa quando você precisa de apoio. Todo o processo de partilha de nomes, usar anéis, assinar formulários – o que você escolher fazer, como parte de seus ritos de casamento – marca a transição entre “indivíduo” e “parceria”. O casamento é mais uma garantia de que alguém cuidará de você nos momentos ruins.
4) Direitos Legais:
Você não pode imaginar que você jamais vai se ferrar. Quando as coisas dão errado, é fácil reclamar direitos legais.
Casamento dá uma sensação de segurança, pois há alguém para você amar e cuidar de você.
6) Criar filhos:
Você pode, em algum momento da sua vida, querer um filho. Escolas, dia-cuidados, acampamentos de verão e outras organizações são muito cuidadosos para que somente os pais ou responsáveis ​​legais tenham acesso às crianças. Além disso, uma criança precisa de ambos os pais nos anos de crescimento. Por ser casado, você dá as crianças a estabilidade que eles desejam para crescer e formar uma base segura, a partir da qual eles poderão sair e encontrar seus pares.
7) Aceitação Religiosa:
As religiões sérias não aceitam totalmente pessoas em relacionamentos e sexo antes do casamento. Ao se casar, você estará livre da hipocrisia e de olhares de reprovação daquelas vovós fofoqueiras.
8) Sexo seguro:
É melhor – e bem menos arriscado – ter apenas um parceiro para o sexo.
9) Companheirismo:
A Companhia é a coisa mais maravilhosa que um casamento pode proporcionar. Há um monte de coisas boas que você pode fazer e momentos memoráveis ​​que você pode compartilhar sendo parte um casal.
10) Participação
Conta conjunta e declarações fiscais: você também pode comprar bens e propriedades em conjunto, uma vez que você é casado, sem aborrecimentos muito legais. Considerando todos os pontos acima, um casamento pode ser um bom negócio, pois o casal pode dividir as contas ao invés de pagar duas diferentes.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

RESTAURANDO O AMOR

Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos. De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente. Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?" Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais.

Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.

Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa. Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia, mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.

No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.

Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir. Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais. Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.

Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.

Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.

Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias. A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração...

Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos. Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo.

Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento. Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".

Eu não consegui dirigir para o trabalho... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia... Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar". Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe."

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".

Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.

Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a amante para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.

Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos.

domingo, 2 de dezembro de 2012

EMOÇAO NAO RESOLVE PROBLEMAS CONJUGAIS

Emoções descontroladas são assassinas de relacionamentos. Pode lhe parecer estranho que a mesma energia que une duas pessoas também pode separá-las. Mas é isso mesmo.
Quando você ama uma pessoa, o que ele ou ela faz, pensa, ou diz, lhe afeta muito mais do que outros fazem, dizem, ou pensam. Por quê? Porque você está emocionalmente ligado a ela. Então, quando seu chefe lhe diz: “Este relatório está uma porcaria”, você pode ficar chateado na hora, mas logo passa. Porém, se seu marido ou esposa diz a mesma coisa, você é capaz de levar aquilo consigo para o túmulo. (Mas antes de empacotar, vai jogar aquelas palavras na cara da outra pessoa sempre que puder.)
Aqui vai o conselho:
Se suas emoções negativas estão à flor da pele — raiva, mágoa, vergonha, ódio etc. — então não exploda-as sobre o seu parceiro. Ele(a) não merece (ok, talvez merece, mas não vai resolver nada). O que você deve fazer com seus sentimentos em vez disso?
Faça qualquer coisa que lhe ajude a se acalmar. Chore, se for preciso. Fale com Deus. Ponha a boca dentro de um saquinho e grite. Escreva três páginas no seu diário com toda fúria. Faça uma caminhada. O que funcionar para você, faça-o.
Daí, quando suas emoções se normalizarem e seu cérebro estiver de volta no controle, vá e lide com o problema de forma racional. Emoções são a ferramenta errada para resolver problemas.
O outro lado: Se você se encontra no pé da montanha emocional do seu parceiro e uma avalanche está vindo em sua direção, você provavelmente não terá tempo para correr e se esconder — e nem deve. Deixar a outra pessoa falando sozinha só vai piorar a situação. Aqui vai o que você deve fazer:
Encarnar um representante exemplar de serviço ao cliente.
Pessoas que trabalham em atendimento ao cliente sabem o seguinte: Não se pode argumentar com um cliente irritado. O melhor que você pode fazer quando um cliente irado dispara suas frustrações em você é mostrar empatia, pedir desculpas, entender, e resolver a reclamação. O pior que você pode fazer é ficar chateado e responder na mesma moeda.
Então, quando a pessoa amada se comporta como aquele cliente irado, entenda que provavelmente há uma boa razão para aquela raiva. Atente para o que é. Entenda. Peça desculpas se você é responsável por todo ou parte do problema. E mantendo a cabeça fria, decida o que você pode e vai fazer para corrigir o problema.
E se um representante do cliente pode fazê-lo por dinheiro, você pode fazê-lo ainda mais por amor.
Você só precisa decidir dentro de si mesmo que esta será a sua nova maneira de lidar com as emoções do seu companheiro e também as suas.
Emoções são a ferramenta errada para resolver problemas. A inteligência é a certa.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

INTIMIDADE DO CASAL COM DEUS

 



"E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito, falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais, dando sempre graças por tudo a nosso Deus , em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, sujeitando-vos uns aos outros no temor do Senhor" Ef 55:18-21

Quando falamos de vida espiritual nos referimos a uma obra que é realizada pelo o Espírito Santo de Deus. (Jo 3:3). Conforme o profeta Ezequiel profetizou Deus estaria trocando o coração duro do homem por um coração de carne e poria neles seu Espírito (Ez 36:26). Assim, podemos entender que é o Espírito de Deus quem aplica a obra redentora no homem (arrependimento, fé, regeneração, santificação – cf. Jo 16:8; Rm 5; 8:26 ). Somente os que andam no Espírito vivem a plena vida que Cristo tem a oferecer aos que o aceitam como Salvador.

A forma como o casal conduz sua vida espiritual determina assim seu grau de maturidade e comunhão com Deus. Percebemos que apesar de viverem debaixo do mesmo teto, muitos casais estão vivendo níveis diferentes na vida espiritual o que tras em muitos momentos dificuldades no relacionamento e nas atividades cotidianas. As prioridades passam a ser diferentes, o modo de encarar a vida também tem outro sentido. Além disso, nota-se que não há a preocupação do cônjuge Ter uma experiencia profunda com Deus.

Uma vida espiritual precisa ser marcada então pelo enchimento do Espírito, e é com base no que o apostolo Paulo nos falou é que vamos abordar então sobre a vida espiritual. Enchei-vos do Espírito, esta é a exortação. Vejamos o que Paulo quer nos ensinar com isto. Antes porém, é bom que considere-se quatro ressalvas:

- Ser Cristão verdadeiro não é uma garantia de que o casamento e a vida familiar darão automaticamente certo.
- Ser cristão comprometido com os padrões bíblicos pode trazer dificuldade ainda maiores ao casamento.
- Casamento e criação de filhos não são assuntos á parte de nossa fé.
- O conceito bíblico de casamento é único e diferente de todos os demais.
Assim podemos entender que não é somente ser crente que as situações se resolverão da noite para o dia. Na realidade passamos por um processo, onde o Espírito Santo vai trabalhando em nossas vidas nos preparando para a eternidade (II Co 3:18). Neste caminhar necessitamos várias vezes de nos enchermos do Espírito do Senhor.
I – COMO CASAL SER CHEIO DO ESPÍRITO SANTO?Para o apóstolo Paulo existem três passos necessários para obedecermos ao imperativo: Louvando ao Senhor de Coração v.19; Agradecendo por tudo ao Senhor v.20 e Sujeitando-nos uns aos outros no temor de Cristo v.21. Ser cheio do Espírito Santo não é apenas falar em línguas. O crente cheio do Espírito Santo demonstra na sua vida “marcas” que comprovam sua vida transformada. Assim sendo, ser cheio do Espírito Santo inclui:
a) Uma vida de louvor a Deus v.19 - Em Jo 4:23 temos a orientação sobre a verdadeira adoração. Adorar a Deus deve ser uma atitude baseada na verdade e conduzida pelo Espírito. Somente aqueles que tem o Espírito podem verdadeiramente adorar a Deus. Desta mesma forma, o louvor a Deus deve ser uma atitude conduzida pelo Espírito. Não sou eu quem determino como devo louvar a Deus. É Deus que estabelece critérios sobre o louvor que Ele recebe. Deus é digno de louvor – 1 Cr 16:25; O louvro Deve estar continuamente em nossa vida Sl 34:1; Devemos estar na presença de Deus com louvor Sl 100:4; Deus deve ser louvado pelo que é – Sl 147:1; Devemos sermos como crianças a fim de que nosso louvor seja autêntico e sincero diante de Deus – Mt 21:16. Não podemos esquecer que também devemos oferecer sacrifícios de louvor (Hb 13:15), ou seja fruto dos nossos lábios que confessam que Cristo é Senhor.

b) Uma vida de gratidão a Deus v.20 - Um coração marcado pelo Espírito de Deus é grato. Sabe reconhecer as dádivas que vem de Deus e também aquilo que as pessoas fazem por ele. No mundo, onde o egoísmo e o individualismo impera, a gratidão é cada vez mais rara. Devemos aprender a sermos agradecidos (Cl 3.15,16). Ser grato a Deus é saber agradecê-lo provisão (Mateus 6:11,30-34), pela proteção sobre sua vida (Sl 91:1; Ed 8:31) pela salvação (Rm 3:24,25).

c) Uma vida de submissão a Deus e ao próximo v.21 - Paulo escrevendo aos Filipenses diz: nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo; (2.3). Este texto é bem claro em dizer que o crente deve aprender a se submeter ao próximo. Esta submissão não é escravidão. Ela representa o ato de servir, de não querer ser mais que o outro, de ver no próximo alguém semelhante. É o Espírito de Deus que nos capacita a viver assim. Portanto, é preciso abrir “espaço” em seu coração para que cheio do Espirito de Deus você seja capacitado a respeitar e submeter ao próximo. Onde praticamos esta sujeição mútua?

- Na igreja v. 18–21;
- Na Família 5:22 a 6:4;
- No trabalho 6:5-9

Observe que aqui o apóstolo afirma que uma vida cheia do Espírito é marcada pelo louvor, a gratidão e pela sujeição mútua. Entendemos então que ser cheio do Espírito não é apenas falar em línguas , ou pregar bem ou orar fervorosamente. A atuação do Espírito de Deus na vida do casal pode se evidenciar nestes pontos apresentados por Paulo e são características que demonstram a importância de um caráter transformado por Deus.

Portanto, o ensino de Paulo sobre o casamento e a família (e também sobre nossos relacionamentos no trabalho) é a continuação explicativa do mandamento “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo”, que por sua vez é uma explicação do mandamento principal enchei-vos do Espirito.

II – FAMÍLIA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO

Paulo em Ef 5:22 ss esta tratando com maridos, mulheres , pais e filhos quanto aos seus deveres mútuos, passando-lhes instruções que devem controlar esses relacionamentos. Toda exortação de Paulo quanto ao procedimento do casal esta baseada num imperativo: ser cheio do Espirito. Assim, no relacionamento familiar saudável deve o Espirito de Deus Ter primazia para que assim haja a plenitude da ação de Deus. Lares onde o Espirito de Deus não tem liberdade são marcados por tristezas, problemas no relacionamento, visto que suas vidas estão vivendo longe do verdadeiro conhecimento de Deus.

Tratando especificamento da questão da sujeição na família podemos verificar as seguintes questões:

- O amor do marido pela esposa, seguindo o modelo de Cristo é sacrificial;
- Santifica e cuida da esposa
- É sublime porque é figura do amor de Cristo pela igreja

Quem alcança estas atitudes demonstra Ter na sua vida o Espírito de Deus e cumpre o mandamento da sujeição. Em resposta a uma atitude madura e provedora do homem Paulo demonstra que a mulher tem como resposta o respeito e a submissão ao esposo. É importante ressaltar que num mundo onde os papeis (não as pessoas) de homem e mulher não são mais caracterizados, a bíblia tras uma forte enfase sobre como devem andar enquanto casal que possuem vida espiritual.

Esta atitude promovera o lar e trará oportunidades de crescimento tanto nas áreas do sentimento como também na fé.

III- IMPLICAÇÕES DE UMA VIDA ESPIRITUAL DO CASAL

Uma vida do casal onde ambos são cheios do Espirito e procuram viver nessa dimensão tras diversos beneficios:

a) Proporciona a ambos a oportunidade de amadurecerem juntos na fé.
b) Representa a formação de uma herança espiritual para sua família (filhos)
c) Fortalece o relacionamento
d) Cria ambiente para ministrarem um ao outro (oração, consolo, exortação, ensino, etc...).
e) É um discipulado permanente no lar (um aprendendo com o outro) a como seguir a Cristo
f) Renova as forças da casal nas diversas áreas de suas vidas.

Conclusão:
A palavra enchei-vos esta no tempo verbal que indica três coisas importantes.
- Esta no imperativo passivo – isto indica que a ação de encher não é nossa e sim do Espirito de Deus. Cabe-nos abrir nosso coração para que o Senhor nos encha. É uma atitude de disposição que Deus exige de nós.
- Esta no plural – ou seja, é para todos serem cheios
- É uma ordem (imperativo) isto indica que não é uma opção e sim uma ordem.

Cabe a você hoje abrir seu coração pois Deus quer te encher.

sábado, 21 de julho de 2012

PSICOLOGA CRISTÃ DIZ QUE PSICOPATAS NÃO TEM CONDIÇÕES PSICOLOGICA PARA SE CONVERTEREM

Psicóloga Marisa Lobo diz que Psicopatas manipulam a sociedade dizendo-se convertidos
Notícias Gospel Psicóloga Marisa Lobo diz que Psicopatas manipulam a sociedade dizendo-se convertidos | Noticia Evangélica Gospel
A notícia veiculada pelo programa Fantástico do último domingo (15) sobre a possível conversão de Suzane Von Richthofen ao Evangelho e de que agora ela seria pastora evangélica surpreendeu a todos, e ainda continua gerando controvérsia nas redes sociais.
Segundo Marisa Lobo, um psicopata pode converter-se ao evangelho e acreditar em sua mente que isso pode lhe trazer poder sobre as outras pessoas. Pode inclusive entrar em um seminário, uma escola ministerial, se tornar diácono, obreiro, de uma igreja católica ou evangélica ou mesmo passar a fazer parte de seitas com o intuito de ‘ser o melhor’, independente do que é ensinado. Marisa Lobo é autora do livro “Psicopatas da Fé”.
Segundo a profissional, os ensinamentos que passam a obter são inócuos. “Eles não têm amor ou sentimentos, por isso a mensagem não entra em seu coração. Não há transformação, não há conversão verdadeira”, explica. Segundo Marisa, a personalidade de um psicopata é narcisista, eles são manipuladores e é comum que priorizem algumas fantasias sobre as circunstâncias reais. “Uma pessoa com essa patologia pode se fazer de convertido enquanto estiver cumprindo a pena, apenas como forma de sobrevivência, e meio de manter seu ego intacto e preservado”, ressalta.
Ainda segundo suas explicações, o indivíduo que possui essas características pode converter-se no personagem que sua imaginação cria para obter sucesso no meio em que vive. “A mente de um psicopata, pode manipular por anos pessoas em uma prisão, pois seu cérebro aceita, se conforma temporariamente, mas, quando sai encontra a liberdade e pode voltar a cometer seus crimes”, alerta a psicóloga. Marisa acredita que pessoas nessas condições devem permanecer como ovelhas e podem ter funções, mas monitorados 24 horas por dia. “O psicopata é reincidente. Vejo com restrição e cuidado esse tipo de pessoa, que pode estar apenas sendo movido pelas circunstâncias”, pontua.
Apesar de ressaltar que crê no poder do evangelho, Marisa explica que psicopatas possuem a característica de não se arrependerem, e isso representa um grande perigo. “A prova maior é muitos criminosos de crimes hediondos, logo se tornam grandes líderes prisionais isso é preocupante.” E finaliza: “os psicopatas convencem todo sistema carcerário em curto espaço de tempo a ponto de chamar a atenção da mídia”.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

SUGEITAI-VOS AOS VOSSOS MARIDOS...

ESPOSAS, SUJEITAI-VOS AOS VOSSOS MARIDOS... MARIDOS, AMAI AS VOSSAS ESPOSAS...
Efésios 5:21-33 Efésios 5:21, 25
"Vós, mulheres, sujeitai-vos aos vossos maridos, como ao Senhor", esta é uma exortação bíblica que, muitas vezes, tem sido ultrapassada pelos homens, querendo fazer das suas esposas escravas, subservientes, o que, de facto, contraria a vontade de Deus.
Quando o Senhor Deus criou a mulher não a fez da cabeça do homem, para que ela não pudesse assumir o direito de mandar sobre ele, mas também não a fez dos pés, para que ele não viesse a fazê-la escrava, como, infelizmente, temos visto tantas vezes.
Deus fez a mulher das costelas, do lado do coração, para que lhe fosse adjutora, que andasse lado a lado com ele; não o dominasse, nem tão pouco fosse sua escrava.
Vós, mulheres, sujeitai-vos aos vossos maridos, como ao Senhor Deus, que é amor. Compreendendo isto, não custa sujeitarmo-nos ao amor, porque o amor compreende, suporta, sofre, não é invejoso, não trata com leviandade, não é soberbo, indecente, leviano, mas confia, espera e age com docilidade. Não é difícil servir a quem ama, porque nós também amamos.
Conta-se que a esposa de um grande rei da antiguidade se tornara conhecida pela sua simpatia para com o povo e pela sua bondade e amor junto dos mais pobres. Nunca deixara de ser submissa à autoridade do rei, seu esposo. Certa vez incorreu numa grave falta e teria de ser julgada pela Corte do soberano, seu senhor.
A Corte, predidida pelo seu marido, condenou-a a uma quarentena de açoites, pois assim se punia a desobediência ao rei.
Ninguém imaginava que a sentença fosse executada e os que pensavam nessa possibilidade já no seu coração condenavam também o rei de "marido desalmado", "esposo cruel", "coração de pedra", etc..
Chegado o dia da execução, e porque a lei é lei para todos, a rainha compareceu publicamente no local onde a pena seria concretizada e, quando já dobrava o seu dorso para sofrer os golpes do azourrague, o rei, que presidia à execução, tirou suas vestes reais, depôs sua coroa sobre o trono vazio da rainha e dobrou-se, ele mesmo, no tronco, para receber as 40 chicotadas da praxe. Este rei amava a lei, mas tinha a sua rainha no coração e não podia deixá-la sofrer.
Sim, haverá poucos maridos com esse sentido de verdadeiro amor, mas é assim que ensina o Grande REI -- sujeição em amor. Não o amor agoísta, que escraviza e subjuga, mas o amor que se dá totalmente, custe o que possa custar.
Submissão em amor não diminui, mas dignifica e sublima o que o pratica.
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